O Próprio

Gangsta

O Próprio

•
Faixa #1 • 3:55 •
Instrumental: Dillaz •

Letra de Gangsta

Intro

(Black cream, black cream)

(Cream, black cream)

(Nunca mudou nem nunca mudará)

(Black cream, black cream)

(Nunca mudou nem nunca mudará)

Verso 1 - Dillaz

Gangsta, 'tou no sítio do costume

Boy, eu 'tou no Zeca ou no meu primo Nuno (Black cream)

Se me vires a fervilhar, tu não compliques, baixa o lume

Vinho e fumarada no teu Fiat Uno

E se na fila fiz batota, às vezes é da moca

Boy, eu 'tou-me a cagar se o teu rádio não me toca (Black cream)

Passa a vida a chorar que eu virei trunfo na batota

Mas isso é tudo inveja, motherfucker

Se olhares p'ró meu poleiro, vês umas quantas taradas (Uh)

Ganzas no cinzeiro, eu tеnho umas quantas paradas (Ah)

Tudo um dia volta, represálias não me importa

Podеm vir bater à porta que eu tenho as feridas saradas (Uh)

Riem-se à gargalhada, se um deles me viu, calam-se (*pshh*)

Pataqueiros que babam a sola dos meus New Balance

Em menino eu já sabia, eu já cantava uma canção

Que esta rua cheira a sangue, alguém morreu no rés-do-chão

(Gangsta) No presídio, há quem mate o vício

Liga à dama p'a trazer a merda dentro do orifício (Ah) (Black cream)

No sítio onde fica a velha e entra gente nova

Há quem se atire ao mar só p'ra ver se o esturjão desova (Uh)

Teu cota não me curte nem vestido à gala

E ele diz que o problema é meu, que eu tenho a moca na fala (Black cream)

Fecha a janela se o meu rap 'tá na sala

E deixa a porta aberta, assim a bófia escusa de arrombá-la

(É verdade) Wow, Jesus

Outro

Gangsta, gangsta (Black cream) (Nunca mudou nem nunca mudará)

Gangsta, gangsta (Black cream) (Nunca mudou nem nunca mudará)

Gangsta (Black cream) (Nunca mudou nem nunca mudará)

(Black cream) (Nunca mudou nem nunca mudará)

(Black cream)

Índice