Entre Nós

Passageiro

Entre Nós

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Faixa #4 • 2:46 •
Instrumental: Fumaxa •

Letra de Passageiro

Verso 1 - Bispo

Onde é que estava se te fosse ouvir?

Se o que tu falasses tivesse importância?

Responde se souberes responder a isso

Porque a seguir, sem resposta, vês-me à distância

Sem importância se não queres ver o outro fixe

Sem importância se não der

E se não der, tu riste, não ouviste

Talvez não tenhas ouvido

Visto todas as atitudes que vais tendo

Não entеndo, é triste

Não vou fazer um desеnho nem esperar que mudes

Risco, até qualquer dia

Eu continuo na via, alma fria

Como o Sam disse: “Nunca se confia em ninguém em demasia”

Mas tu não percebes, tens andado adormecido

E no final de contas, ya, não é comigo

Sigo, digo-te, nunca pensei que este ia ser o meu movie

Eu movi-me, cansei-me, comovi-me, senti-me estúpido

Mas após levantar-me, senti-me único, lúcido

A Lúcia há 10 anos deu suporte

Estava no estúdio, e a seguir 'tava no Algarve com ela

Um dia lúdico, mais um interlúdio, thanks Sacik

2014 no Iate Club eu guardei a pic

Apaixonei-me quando vi uma pequena a cantar comigo

“Mentalidade Free, 2725”

Um mês depois, estava a girar com ela

Foi um verão bonito

Do nada olho para trás, e 'tou na década seguinte…

Não minto, 'tou com 31 e olho p'ra trás, vejo requinte

Vivi os anos 20 e os 30 cada vez prometem more

Já perdi amigos e isso faz com que cada vez mais eu comemore

Nunca sabes quando vais desta para melhor

Nunca sabes quando vais desta para melhor

Nunca sabes quando vais desta para melhor

Refrão - Bispo

Nunca sabes quando vais desta p'ra melhor

Nunca sabes quando vais desta p'ra melhor

Tu nunca sabes quando vais desta p'ra melhor

Nunca sabes quando vais desta p'ra melhor

Nunca sabes quando vais desta p'ra melhor

Tu nunca sabes quando vais desta p'ra melhor

Sinopse

Passageiro é uma viagem emocional pela memória e pelas perdas da vida. Entre amores antigos, amizades que se foram e um passado que moldou o presente, Bispo expõe a alma num relato maduro e comovente. A música é um lembrete da efemeridade da vida e da importância de celebrar cada instante — porque nunca sabemos quando será o último embarque.

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